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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
A mais árdua tarefa - Lista de convidados
O primeiro passo no planejamento de uma celebração ou uma festa, por mais simples que seja, é a elaboração de uma lista prévia de convidados. Essa parte é também uma das únicas capaz de acabar com a harmonia entre os noivos. Portanto, muita calma nessa hora!
Antes de mais nada, é essencial que os noivos definam que tipo de casamento pretendem organizar, para ter uma idéia da abrangência da lista. Os casamentos sem recepção, sobretudo quando acontecem em igrejas espaçosas diminuem a limitação dos noivos e das famílias (e acredito que previnem alguns desentendimentos).
Mas como a esmagadora maioria das pessoas sonha com uma comemoração, um brinde com bolo e docinhos ou mesmo uma festa de arromba, é bom colocar os pés no chão desde o início. Pensem sempre de acordo com o orçamento disponível e defina prioridades.
No nosso caso, não vou enganar ninguém, a lista foi bem difícil. Eu, particularmente, fui a que mais sofri, porque tenho a mania de querer agradar todo mundo. Em compensação, o casamento foi um grande aprendizado, pois passei a pensar menos em todo mundo e mais em mim e acho que isso é uma forma de amor próprio.
Bem, nossas famílias são bem grandes e somos muito próximos de muita gente. Graças a Deus gostamos de muita gente, temos muitos amigos e somos bem sociáveis. Outro detalhe é que a data escolhida foi próxima ao aniversário de 50 anos de casamento dos meus avós e desde o início gostaria que eles convidassem seus amigos mais próximos. Tudo isso só aumentou a lista, mas também garantiu que, na mesma proporção, a alegria e a emoção tomassem conta de nós.
Na minha lista de prioridades estava convidar as famílias, mesmo aquelas pessoas que não temos tanto contato, mas que são importantes para nós. Eu acredito que casamento seja um evento extremamente família e, por isso, nosso critério foi convidar apenas os amigos que tínhamos contato frequente, ou seja, os mais próximos no momento.
Isso foi o que mais doeu, porque muita gente querida acabou ficando de fora, infelizmente. Outra decisão bem difícil que tomamos foi a de não convidar nossos colegas de trabalho (essa foi uma tortura pra mim, que me desculpei com cada um pessoalmente). Mas essas escolhas nos possibilitaram agregar toda a família e nosso casamento, apesar de planejado para 300 pessoas, foi extremamente íntimo.
Quanto às confirmações dos convidados, ninguém confirma. Estimamos que 10% dos convidados não comparecessem, principalmente porque temos pouquíssimas pessoas fora de Brasília. Havíamos fechado tudo para 300 pessoas, mas montamos 330 mesas, porque o buffet está sempre preparado para 10% a mais, que acertaríamos depois.
Mas acredito que dá pra estimar 20% de ausência, porque no nosso caso, convidamos 389 pessoas e somente 290 compareceram. Isso me surpreendeu muito, pois esperávamos ao menos 310 e se soubéssemos que muitos não iriam, poderíamos ter convidado nossos colegas de trabalho e alguns amigos que ficaram de fora.
Enfim, nada é perfeito. Mas sugiro que, se puderem contratem o serviço de confirmação ativa do cerimonial, porque certamente, evitará muito stress.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Viver ou Juntar Dinheiro
Meninas, hoje recebi um texto muito bacana sobre o valor das coisas. Achei pertinente postar aqui no blog, porque casamento é algo que onera financeiramente, por mais simples que seja. E muitas vezes bate uma dúvida se vale a pena gastar todo esse dinheiro, ou se poupar seria a melhor opção.
Claro que isso é uma questão de prioridades de cada um, e também não estou aqui defendendo que se gaste desenfreadamente a ponto disso se tornar um problema futuro. Mas eu amo a vida e sou a favor de curtir ao máximo os melhores momentos dela!
Essa foto é do meu chá de lingerie/despedida de solteira e ilustra direitinho o que eu quero dizer.
VIVER OU JUNTAR DINHEIRO ? (MAX GEHRINGER)
Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.
E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.
Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"
E aí, gente? Vale ou não vale a pena investir na nossa felicidade?
Claro que isso é uma questão de prioridades de cada um, e também não estou aqui defendendo que se gaste desenfreadamente a ponto disso se tornar um problema futuro. Mas eu amo a vida e sou a favor de curtir ao máximo os melhores momentos dela!
Essa foto é do meu chá de lingerie/despedida de solteira e ilustra direitinho o que eu quero dizer.
VIVER OU JUNTAR DINHEIRO ? (MAX GEHRINGER)
Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.
E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.
Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"
E aí, gente? Vale ou não vale a pena investir na nossa felicidade?
domingo, 3 de outubro de 2010
Neurótica não, organizada!
A pedido da minha amiga Valéria, vamos partir para algumas dicas básicas a quem ainda não casou para facilitar a organização dos preparativos e a tomada de decisões.
O primeiro passo é estabelecer prioridades e organizá-las no tempo disponível. Eu sugiro que se monte um cronograma até a data do casamento, para que não fique nada muito para a última hora. O meu era acompanhado diariamente e deu certo!
O ideal é ter em média 12 meses para preparar tudo. Eu tive um pouco menos de 9, mas como sou bem decidida, um pouco impulsiva e extremamente ansiosa, no primeiro mês já havia fechado a maior parte dos principais contratos.
A elaboração de uma lista de convidados prévia é o ponto de partida. Ela deve ser elaborada a várias mãos, com a participação dos noivos e suas famílias, para se chegar a um número de convidados bem próximo da lista final.
Aí partimos para decidir a data, fechar local da cerimônia e recepção e Buffet. Para algumas pessoas, é importante que o cerimonial seja contratado neste comecinho dos preparativos, sobretudo se a ideia é contratar o serviço de assessoria completa.
No nosso caso, eu queria ser minha assessoria, optei por cerimonial do dia, então me preocupei em fechar foto, filmagem, músicos, manobristas, carro da noiva e salão de beleza logo no primeiro mês.
Claro que, para isso, acabei não tendo tempo de conhecer tantos profissionais e minha pesquisa ficou um pouco prejudicada, mas eu não tinha muito tempo e queria ver coisas resolvidas logo. Lembrando que alguns profissionais, sobretudo de foto, cabelo e maquiagem, têm pouca disponibilidade de agenda, então é melhor correr mesmo.
Daí, partimos para a escolha dos doces, do bolo, do cerimonial, da decoração. O vestido pode ser visto com uns 6 meses de antecedência, mas o meu eu encontrei 8 meses antes, mas isso é uma longa história e merece um post exclusivo.
Em meio a todas estas atividades, entretanto, é bem importante que a gente não se esqueça de namorar o pobre no noivo, senão ele desiste! Nas primeiras semanas de preparativos, Ivan entrou em pânico e me disse que se eu falasse aquele tanto sobre o mesmo assunto até o dia do casamento ele iria enlouquecer.
Tentei me policiar, mas ele só se tranqüilizou quando percebeu que eu estava tão feliz que me tornei espontaneamente uma namorada melhor. Ou melhor, uma noiva bem dedicada e amorosa. O mais importante disso tudo é a relação dos dois, então não deixem que isso fique em segundo plano. ;)
Foto: Adalberto Rocha
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Planejando o Casamento - Por onde começar?
Após a oficialização do noivado, o ideal é que os noivos conversem sobre o que sonharam para este momento, para que tudo flua com alegria e do jeitinho de cada um.
Digo isso porque, certamente, o que é prioridade para um não necessariamente será para o outro e isso é bom para começar o treino de como conciliar as idéias, os interesses, as formas de pensar do casal.
Isso inclui refletir se para o casal é importante que haja uma cerimônia religiosa, ou somente a civil, ou uma confraternização em família, ou até se nada disso fizer muito sentido, uma super lua de mel para celebrar a união!
No nosso caso, queríamos realizar uma cerimônia que fosse a nossa cara, que representasse um rito de passagem, que reunisse os amigos mais próximos e a família, mas, sobretudo, que fosse divertida, emocionante e inesquecível.
Somos cristãos, mas não freqüentamos nenhuma igreja, portanto, optamos por uma cerimônia civil seguida de uma festa de arromba!
Uma coisa eu sabia: Se algum dia eu me imaginei percorrendo aquele caminho até o altar, sem dúvida foi à luz do dia, ou mais especificamente, ao entardecer. Outro detalhe era que eu queria músicas que realmente nos remetessem à nossa história.
Para o Ivan, era importante que a cerimônia fosse intimista, ele realmente não gosta de alarde, tanto que foi um custo para anunciar a todos que iríamos nos casar! (eu, ao contrário, adoooro um alarde!)
Pensamos nos nossos recursos disponíveis e qual era o real tamanho do passo que a perna agüentaria.
Isso é fundamental, porque o mundo dos casamentos é encantador, mas há toda uma vida pela frente, não podemos nos perder e começar esta nova etapa, cheios de dívidas astronômicas.
A partir daí, começamos a definir nossas prioridades, iniciamos nossa saga de visitas a locais, fornecedores, minha kit ganhou umas 10 novas revistas de casamento, meu computador ganhou algumas novas planilhas, minha rotina toda se alterou e minha atenção só se voltava para uma coisa: casamento!
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