Nosso Dia Branco
domingo, 1 de abril de 2012
A ideia de um filho
Estamos casados há um ano e sete meses e, sem dúvida nenhuma, quando o assunto é nós dois, a pergunta que mais ouvimos é "E aí, quando vem o bebê?".
Socialmente, em nossa cultura, o que se espera de um novo casal é isso mesmo, o primeiro filho logo após o casamento, depois mais um, e mais um quem sabe... Talvez para muitos, essa é a razão de existir a união entre duas pessoas. E esse é o meu primeiro ponto de discordância.
Acredito que o sentido da união entre duas pessoas é crescer junto a quem se ama e admira. É aprender a arte da vida compartilhada, com seus prós e contras e assim ser uma pessoa melhor a cada dia. Acho que um casal pode ser muito feliz sem querer filhos, assim como acredito que um casal sem filhos é sim, e por quê não, uma família.
Eu, particularmente, tenho comigo desde pequena o sonho de ser mãe. Meu marido também sonha em ser pai, e, por isso, temos grandes expectativas e, consequentemente, alguns medos. Para nós, o planejamento de um filho inclui amadurecimento pessoal e crescimento como um casal.
Sei que não existe perfeição, mas a busca pelo aperfeiçoamento é importante quando se pensa em ser pai ou mãe. Colocar um filho no mundo para trazer um sentido para vida está errado, é cruel gerar um ser e imputar a ele tamanha responsabilidade. Escolher ter filhos para que eles nos ensinem a crescer e alegre nossas vidas também é um tanto egoísta. É preciso primeiro estar inteiro para amar um filho e ensiná-lo a ser inteiro na vida.
Outra coisa que considero importante trazer pra reflexão: não acredite em quem diz que é a mulher que decide um filho sozinha! Não pode ser assim, casamento é parceria e se você espera um pai presente, que viva com você esse sonho, espere o momento dele também. Para a mulher, isso é sim um exercício de controle da ansiedade, mas também é aprender a respeitar o outro.
Filho não salva casamento, não traz a pessoa amada de volta em dez dias, não cura depressão, e pode, ao contrário, trazer ainda mais desarmonia, só que envolvendo um pequeno ser, que poderia ser poupado. Também não acredito nessa que quando o filho vem, Deus ajuda a resolver qualquer dificuldade financeira. É ilusão demais achar que um bebê tem poderes assim tão mágicos.
Portanto, trago hoje como reflexão, um texto de Monica Montone, que inspirou esse post, e que achei muito interessante. Não quero desencorajar ninguém, pelo contrário, minha intenção é encorajar homens e mulheres a procurarem ser melhores, se cuidarem bastante, aprenderem a amar a si e ao outro, antes de assumir uma missão dessas, tão linda e tão desafiadora.
"Filho é para quem pode!
Eu, não posso! Apesar de ser biologicamente saudável.
Não posso porque desconheço o poço sem fundo das minhas vontades, porque às vezes sou meio dona da verdade e porque não acredito que um filho há de me resgatar daquilo que não entendo ou aceito em mim.
Acredito que a convivência é um exercício que nos eleva e nos torna melhores, mas, esperar que um filho reflita a imagem que sonhamos ter é no mínimo crueldade.
Não há garantias de amor eterno e o olhar de um filho não é um vestido de seda azul ou um terno com corte ideal. Gerar um fruto com o único intuito de ser perfumada por ele no futuro é praticamente assinar uma sentença de sal.
Filhos não são pílulas contra a monotonia, pílulas da salvação de uma vida vazia e sem sentido, pílula “trago seu marido de volta em 9 meses”.
Penso que antes de cogitar a hipótese de engravidar, toda mulher deveria se perguntar: eu sou capaz de aceitar que apesar de dar a luz a um ser ele não será um pedaço de mim e portanto não deverá ser igual a mim? Eu sou capaz de me fazer feliz sem que alguém esteja ao meu lado? Eu sou capaz de abrir mão de determinadas coisas em minha vida sem depois cobrar? Eu sou capaz de dizer “não”? Eu quero, mesmo, ter um filho, ou simplesmente aprendi que é para isso que nascemos: para constituir uma família?
Muitas das pessoas que conheço estão neurotizadas por conta de suas relações com as mães. Em geral, são mães carentes que exigem afeto e demonstração de amor integral para se sentirem bem e, quando não recebem, martirizam os filhos com chantagens, críticas e cobranças.
As mães podem ser um céu de brigadeiro ou um inferno de sal. Elas podem adoçar a vida dos filhos ou transformar essas vidas numa batalha diária cheia de lágrimas, culpas e opressões.
Eu, por exemplo, não consigo ser um céu de brigadeiro nem para mim mesma, quiçá para uma pessoinha que vai me tirar o juízo madrugadas adentro e, honestamente, acho injusto colocar uma criança no mundo já com essa missão no lombo: fazer a mamãe crescer.
Dar a luz a um bebê é fácil, difícil é ser mãe da própria vida e iluminar as próprias escuridões."
terça-feira, 27 de março de 2012
Vende-se Vestido de Noiva de Renda Francesa
A venda do meu vestido inspirou o desapego também nas minhas amigas e hoje temos mais um lindo vestido anunciado no blog! Para quem ainda não encontrou o vestido dos seus sonhos, minha amiga Lili está vendendo seu vestido de renda francesa! Ele também foi confeccionado pelo estilista Paulo Antunes e é maravilhoso! Quem tiver interesse em saber mais detalhes, favor entrar em contato com a Liliane pelo e-mail liliane.queiroz@hotmail.com.
sexta-feira, 23 de março de 2012
O "Casei" da Clarissa e do Iuri
A Clarissa, minha cunhada linda, afilhada e madrinha de casamento veio nos contar um pouquinho do casamento dela com Iuri, que foi maravilhoso, repleto de amor e felicidade! Fiquem com o relato da noiva, agora senhora Clarissa!
O nosso casamento foi muito esperado e depois de 9 anos de namoro conseguimos, enfim, realizar o nosso sonho. Hoje vou contar um pouquinho desse dia tão especial em nossas vidas.
Casamos na Igreja São Judas Tadeu, que eu acho linda. A decoração foi dividida por 3 noivas, e esse foi um ponto que me preocupou bastante, pois conciliar o gosto de três noivas não é nada fácil. Depois de muiiita pesquisa, fechamos com a Criart’s. Eles foram bem atenciosos e com um preço justo. Eu adorei o resultado final!
Para mim, as músicas da cerimônia fazem toda a diferença para a emoção do momento. Toda vez que eu vou a um casamento, fico emocionada na hora que a noiva entra. Portanto, no meu não poderia ser diferente. Eu e a 2ª noiva contratamos o Sanglard, e foi emoção na certa. Eles são ótimos e o atendimento nota 10.
Outro ponto priorizado no meu casamento foi a fotografia. Eu AMO fotografia, vejo mil vezes a mesma foto!!! Fiz uma super pesquisa e fechei com o casal MONJARDIM NOLETO, que dispensa apresentações. Eles são feras!
O meu vestido de noiva foi presente de uma tia e madrinha de casamento muito querida. Fiz o 1º aluguel com o Fernando Peixoto, ele captou exatamente o que eu queria. Quem me atendeu lá foi a Débora, que é uma fofa. Por ter desconto, aluguei os vestidos das daminhas lá. Recomendo demais!
A festa aconteceu no Espaço Novytá, o Buffet Palladar que é da D. Ronilda, é a única coisa que tem que ser contratada de lá. Recebi muitos elogios de comida boa e farta, mas eu quase não comi (arrependimento)!
A decoração da festa e o meu buquê ficaram por conta da Mil Flores. Os tons de rosa dégradé foram os escolhidos, e eu fiquei muita satisfeita com o trabalho deles. Os porta-guardanapos foram feitos pela minha mãe (material comprado no Taguacenter) e ficaram lindos!
Para animar a festa Adriana Samartini e Banda, valeu muito a pena o investimento e alguns “stress”, pois eles colocaram todo mundo na pista de dança.
É isso, o mais importante no dia do nosso casamento é estarmos plenamente felizes para celebrar junto com pessoas queridas, que amamos. O resto é detalhe perto de tanta felicidade!
sábado, 17 de março de 2012
O vestido de renascença achou mais uma dona!
É isso! Hoje meu vestido encontrou mais uma história de amor e eu fiquei muito feliz com isso! Ver a emoção nos olhos da noiva que o vestiu (e ficou maravilhoso nela) mandou embora qualquer "dó" que eu tinha de vendê-lo! Tenho certeza que o noivo vai se emocionar ao vê-la linda desse tanto e o vestido tem tudo a ver com o estilo de casamento dela! Depois que eles se casarem, volto pra contar pra vocês quem foi a noiva que ficou com esse vestido tãaaao lindo!
sexta-feira, 9 de março de 2012
Meu vestido de noiva de renascença VENDIDO!
Não é assim com todas as noivas, mas a minha história com meu vestido de noiva foi uma história de amor à primeira vista e de destino! E por isso, além de toda a carga de recordação de um dos momentos mais legais da minha vida, esse vestido foi guardado com muito carinho e poucas vezes pensei em me desfazer dele.
Mas depois de mais de um ano de casada, acho que enfim consegui ser racional e pensar que ele está ocupando um espaço considerável no meu armário, não será usado por mim novamente e pode fazer outra pessoa muito feliz.
Então decidi anunciá-lo e ver se aparece alguém muito apaixonada por ele, que o queira pra seu "dia branco". Quando comprei, ele já havia sido usado uma vez e depois de mim, uma amiga usou também. Portanto o vestido foi usado três vezes, mas continua branquinho e impecável. VENDIDO!
Ele foi desenhado pelo Paulo Antunes e confeccionado por rendeiras do nordeste. É todo em renda renascença, uma renda linda e brasileiríssima, feita à mão e bordada, o que garante um pequeno brilho para noite. Na minha opinião, uma obra de arte. O vestido veste tamanho 42 e a barra está feita para mim, que meço 1,68cm e usei um sapato de salto 6cm. VENDIDO!
O sapato também está a venda, é channel, número 38, da Fezzuti. VENDIDO!
Ambos foram vendidos hoje! Fiquei feliz demais de ver outra noiva muito realizada com o vestido! :)
Mas depois de mais de um ano de casada, acho que enfim consegui ser racional e pensar que ele está ocupando um espaço considerável no meu armário, não será usado por mim novamente e pode fazer outra pessoa muito feliz.
Então decidi anunciá-lo e ver se aparece alguém muito apaixonada por ele, que o queira pra seu "dia branco". Quando comprei, ele já havia sido usado uma vez e depois de mim, uma amiga usou também. Portanto o vestido foi usado três vezes, mas continua branquinho e impecável. VENDIDO!
Ele foi desenhado pelo Paulo Antunes e confeccionado por rendeiras do nordeste. É todo em renda renascença, uma renda linda e brasileiríssima, feita à mão e bordada, o que garante um pequeno brilho para noite. Na minha opinião, uma obra de arte. O vestido veste tamanho 42 e a barra está feita para mim, que meço 1,68cm e usei um sapato de salto 6cm. VENDIDO!
O sapato também está a venda, é channel, número 38, da Fezzuti. VENDIDO!
Ambos foram vendidos hoje! Fiquei feliz demais de ver outra noiva muito realizada com o vestido! :)
quinta-feira, 8 de março de 2012
Ensaio Sensual - Toda mulher merece um!
Se lembram da Ana Paula Valença, a fotógrafa de quem falei aqui? Pois é, ela está na "In Foco" com uma proposta irresistível e especial para a mulherada! E nenhum dia melhor que o Dia Internacional da Mulher pra falar de assuntos só para mulheres.
É que, neste mês da mulher, elas estão com uma promoção de um lindo ensaio sensual. Uma sessão de fotos só para você e, quem sabe, para o noivo ou o maridão. Eu conheci o trabalho dela e garanto que é de muito bom gosto e profissionalismo.
Particularmente, acho que toda mulher merece se gostar e se ver linda em um ensaio destes... das mais discretas às mais ousadas!
Contato: 3965-6090
É que, neste mês da mulher, elas estão com uma promoção de um lindo ensaio sensual. Uma sessão de fotos só para você e, quem sabe, para o noivo ou o maridão. Eu conheci o trabalho dela e garanto que é de muito bom gosto e profissionalismo.
Particularmente, acho que toda mulher merece se gostar e se ver linda em um ensaio destes... das mais discretas às mais ousadas!
Contato: 3965-6090
domingo, 4 de março de 2012
Curso de Montagem de Arranjos Florais - com Rodrigo Resende
Pessoal, dia 10 de março acontece em Brasília, um curso de arte floral na Magia das Flores, no sudoeste. Um dos floristas mais conhecidos e melhores da cidade, e decorador do meu casamento, o Rodrigo Resende, será o profissional responsável pelo curso.
Eu acho que vale a pena demais, principalmente para quem, como eu, ama flores! O investimento é R$170,00 e a gente poderá levar o arranjo para casa! As inscrições devem ser feitas pelo telefone (61) 3344-1297 e as vagas são limitadas! Eu vou! E você?
Eu acho que vale a pena demais, principalmente para quem, como eu, ama flores! O investimento é R$170,00 e a gente poderá levar o arranjo para casa! As inscrições devem ser feitas pelo telefone (61) 3344-1297 e as vagas são limitadas! Eu vou! E você?
Só pra dar o gostinho, alguns arranjos feitos por ele em meu casamento:
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Amanda e Renato - O relato da noiva e suas estratégicas de economia
Lembram do casamento da Amanda e do Renato, que fomos padrinhos e que relatei aqui ? Então, como foi um casamento lindo, econômico, chique e animadíssimo, a noiva se disponibilizou a falar um pouquinho sobre alguns fornecedores, no intuito de ajudar noivinhas que queiram um casamento de princesa, com um orçamento de "reles mortais".
Antes de mais nada, gostaria de agradecer a minha amiga Amanda, que relatou tudo de uma forma muito especial! Vale a pena ler até o final, e tem uma super surpresa! Divirtam-se!
"Após 11 anos de namoro aconteceu o tão sonhado noivado. Daí vem a dúvida que surge na cabeça de todo casal: Fazer ou não fazer uma festa? Vale a pena investir tanto dinheiro na realização de um sonho? Pensamos muito e decidimos que após tanto tempo juntos era fundamental celebrar esse momento tão especial. Mas gastar muito dinheiro não era uma opção pois teríamos que bancar toda festa sozinhos. Nesse caso o planejamento foi etapa fundamental. A Beta me passou algumas planilhas de fornecedores e assim estimamos o nosso orçamento para o casamento, dividimos por 12 (que era o tempo em meses até a data escolhida para o casório) e assim todo mês depositávamos a quantia estipulada na poupança. Mas o mais interessante são as estratégias para gastar menos, então vamos lá!
1ª economia: A escolha da data
Inicialmente pretendíamos casar em um sábado de dezembro de 2011 mas o valor da casa de festa que já tinha incluso vários serviços (buffet, boate com DJ, etc) era cerca de 20% mais barato se a data escolhida fosse em uma sexta-feira de janeiro. Assim mudamos a data para 06-01-2012, a primeira sexta-feira do ano! Outra vantagem da data escolhida é que muitos parentes de fora conseguiram passar a virada do ano aqui e ficar para o casamento.
Inicialmente pretendíamos casar em um sábado de dezembro de 2011 mas o valor da casa de festa que já tinha incluso vários serviços (buffet, boate com DJ, etc) era cerca de 20% mais barato se a data escolhida fosse em uma sexta-feira de janeiro. Assim mudamos a data para 06-01-2012, a primeira sexta-feira do ano! Outra vantagem da data escolhida é que muitos parentes de fora conseguiram passar a virada do ano aqui e ficar para o casamento.
2ª economia: A escolha do vestido
Essa foi minha maior loucura e também a minha maior economia. Comprei o meu vestido pela internet em um site da China. É isso mesmo, meu vestido veio da Chiinaaa. No site você escolhe o modelo do vestido dentre uma variedade de fotos e envia as suas medidas, daí baseado no modelo escolhido eles confeccionam um vestido nas suas medidas. Coloquei baseado, pois a foto que escolhi e o vestido que chegou não são idênticos, são ligeiramente parecidos, rss. Enviei as minhas medidas um pouco maior e levei em um estilista para ele ajustar certinho no meu corpo. Eu simplesmente amei o meu vestido!!! Não posso garantir que qualquer pessoa que pedir de lá terá o vestido dos sonhos, mas decidi arriscar e deu certo!
3ª economia: Vestido da daminha
A madrinha Beta me deu de presente, ela comprou no bazar do Fernando Peixoto por 50 reais. Dá para acreditar? Quem lavou e ajustou o vestido foi a mãe da daminha. Uma artista!
4a economia: Decoração
Não sou uma pessoa muito observadora, posso ir em um casamento hoje e alguém me perguntar amanhã qual a cor da decoração e muitas vezes eu não consigo responder. Por isso quando comecei a pesquisar o preço de decoração quase caí dura para trás. Foi aí que conversei com a minha cerimonial e ela comentou que também estava trabalhando com decoração. Mostrei as propostas que tinha recebido e ela cobriu o menor valor. No fim ela me surpreendeu, como o foco dela não é decoração inicialmente fiquei um pouco preocupada, mas ela simplesmente arrasou!!
Festa Eventos - http://www.festaeventos.com. br/novo3/
5a economia: Bebidas
Como está muito comum as viagens para o exterior aproveitamos a viagem de alguns amigos e encomendamos as bebidas do free shop. Os espumantes compramos na Super Adega por indicação da Beta, lá tem um setor específico para compra no atacado e os preços realmente são muito bons.
6ª economia: Noivinhos
Uma amiga (Pâmela) que casou em setembro nos indicou uma banca na torre de TV. Banca da Stella.
7a economia: chinelos.
8ª economia: Lembrancinha dos padrinhos
Essa parte foi a mais difícil pois em tudo tive a ajuda das minhas queridas madrinhas. E essa parte não podia contar com elas, né? Aí quem me salvou mais uma vez foi a minha cerimonial (Helenice). Ela me indicou uma pessoa que fazia as caixas por um preço muito bom (estou esperando os dados pra postar no blog), daí comprei as taças em uma promoção que teve no Supermercado Extra, os espumantes da Super Adega e acrescentei os docinhos e bem casados. No dia ela montou as caixinhas para mim. Na verdade eu não tinha apenas uma cerimonial eu tinha um Anjo na minha vida, rss!
Bom, além dessas economias com os fornecedores a minha cunhada e madrinha me ajudou muito: Ela fez os porta guardanapos (lindoooss!!), as caixinhas dos banheiros, e o acabamento com a fita nos convites.
Outros fornecedores (também com bons preços e de qualidade):
Som e iluminação: Juliano - 84250820
Músicos: Cântico dos Cânticos
Fotógrafo: Velho Jr.
http://www.velhojr.com/ - Tel do Sérgio: 99823114
Manobristas: Centaurus
Resumindo: valeu muito a pena fazer a festa. Foi um dia mágico, inesquecível. O planejamento foi fundamental e a ajuda dos amigos e familiares importantíssima!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Oportunidade - Vestido Vera Wang
Esse lindo vestido Vera Wang está a venda! O modelo é o Estelle:
Tamanho 40 e a barra está ajustada para 1,60 (altura da Silvia)
O vestido está lavado e vem com o véu e a presilha (a faixa não está a venda)
Sílvia: 8167-1676 e Domingos (marido da Silvia): 81680708
E-mail: silsansoni@hotmail.com
sábado, 11 de fevereiro de 2012
O Amor Bom é Facinho - por Ivan Martins
Deixo esse texto como reflexão sobre o amor puro e verdadeiro... Achei lindo e resolvi compartilhar!
" Por que as pessoas valorizam o esforço e a sedução?
Há conversas que nunca terminam e dúvidas que jamais desaparecem. Sobre a melhor maneira de começar uma relação, por exemplo. Muita gente acredita que aquilo que se ganha com facilidade se perde do mesmo jeito. Acham que as relações que exigem esforço têm mais valor. Mulheres difíceis de conquistar, homens difíceis de manter, namoros que dão trabalho - esses tendem a ser mais importantes e duradouros. Mas será verdade?
Eu suspeito que não.
Acho que somos ensinados a subestimar quem gosta de nós. Se a garota na mesa ao lado sorri em nossa direção, começamos a reparar nos seus defeitos. Se a pessoa fosse realmente bacana não me daria bola assim de graça. Se ela não resiste aos meus escassos encantos é uma mulher fácil – e mulheres fáceis não valem nada, certo? O nome disso, damas e cavalheiros, é baixa auto-estima: não entro em clube que me queira como sócio. É engraçado, mas dói.
Também somos educados para o sacrifício. Aquilo que ganhamos sem suor não tem valor. Somos uma sociedade de lutadores, não somos? Temos de nos esforçar para obter recompensas. As coisas que realmente valem a pena são obtidas à duras penas. E por aí vai. De tanto ouvir essa conversa - na escola, no esporte, no escritório - levamos seus pressupostos para a vida afetiva. Acabamos acreditando que também no terreno do afeto deveríamos ser capazes de lutar, sofrer e triunfar. Precisamos de conquistas épicas para contar no jantar de domingo. Se for fácil demais, não vale. Amor assim não tem graça, diz um amigo meu. Será mesmo?
Minha experiência sugere o contrário.
Desde a adolescência, e no transcorrer da vida adulta, todas as mulheres importantes me caíram do céu. A moça que vomitou no meu pé na festa do centro acadêmico e me levou para dormir na sala da casa dela. Casamos. A garota de olhos tristes que eu conheci na porta do cinema e meia hora depois tomava o meu sorvete. Quase casamos? A mulher cujo nome eu perguntei na lanchonete do trabalho e 24 horas depois me chamou para uma festa. A menina do interior que resolveu dançar comigo num impulso. Nenhuma delas foi seduzida, conquistada ou convencida a gostar de mim. Elas tomaram a iniciativa – ou retribuíram sem hesitar a atenção que eu dei a elas.
Toda vez que eu insisti com quem não estava interessada deu errado. Toda vez que tentei escalar o muro da indiferença foi inútil. Ou descobri que do outro lado não havia nada. Na minha experiência, amor é um território em que coragem e a iniciativa são premiadas, mas empenho, persistência e determinação nunca trouxeram resultado.
Relato essa experiência para discutir uma questão que me parece da maior gravidade: o quanto deveríamos insistir em obter a atenção de uma pessoa que não parece retribuir os nossos sentimentos?
Quem está emocionalmente disponível lida com esse tipo de dilema o tempo todo. Você conhece a figura, acha bacana, liga uns dias depois e ela não atende e nem liga de volta. O que fazer? Você sai com a pessoa, acha ela o máximo, tenta um segundo encontro e ela reluta em marcar a data. Como proceder a partir daí? Você começou uma relação, está se apaixonando, mas a outra parte, um belo dia, deixa de retornar seus telefonemas. O que se faz? Você está apaixonado ou apaixonada, levou um pé na bunda e mal consegue respirar. É o caso de tentar reconquistar ou seria melhor proteger-se e ajudar o sentimento a morrer?
Todas essas situações conduzem à mesma escolha: insistir ou desistir?
Quem acha que o amor é um campo de batalha geralmente opta pela insistência. Quem acha que ele é uma ocorrência espontânea tende a escolher a desistência (embora isso pareça feio). Na prática, como não temos 100% de certeza sobre as coisas, e como não nos controlamos 100%, oscilamos entre uma e outra posição, ao sabor das circunstâncias e do tamanho do envolvimento. Mas a maioria de nós, mesmo de forma inconsciente, traça um limite para o quanto se empenhar (ou rastejar) num caso desses. Quem não tem limites sofre além da conta – e frequentemente faz papel de bobo, com resultados pífios.
Uma das minhas teorias favoritas é que mesmo que a pessoa ceda a um assédio longo e custoso a relação estará envenenada. Pela simples razão de que ninguém é esnobado por muito tempo ou de forma muito ostensiva sem desenvolver ressentimentos. E ressentimentos não se dissipam. Eles ficam e cobram um preço. Cedo ou tarde a conta chega. E o tipo de personalidade que insiste demais numa conquista pode estar movida por motivos errados: o interesse é pela pessoa ou pela dificuldade? É um caso de amor ou de amor próprio?
Ser amado de graça, por outro lado, não tem preço. É a homenagem mais bacana que uma pessoa pode nos fazer. Você está ali, na vida (no trabalho, na balada, nas férias, no churrasco, na casa do amigo) e a pessoa simplesmente gosta de você. Ou você se aproxima com uma conversa fiada e ela recebe esse gesto de braços abertos. O que pode ser melhor do que isso? O que pode ser melhor do que ser gostado por aquilo que se é – sem truques, sem jogos de sedução, sem premeditações? Neste momento eu não consigo me lembrar de nada. "
Acho que somos ensinados a subestimar quem gosta de nós. Se a garota na mesa ao lado sorri em nossa direção, começamos a reparar nos seus defeitos. Se a pessoa fosse realmente bacana não me daria bola assim de graça. Se ela não resiste aos meus escassos encantos é uma mulher fácil – e mulheres fáceis não valem nada, certo? O nome disso, damas e cavalheiros, é baixa auto-estima: não entro em clube que me queira como sócio. É engraçado, mas dói.
Também somos educados para o sacrifício. Aquilo que ganhamos sem suor não tem valor. Somos uma sociedade de lutadores, não somos? Temos de nos esforçar para obter recompensas. As coisas que realmente valem a pena são obtidas à duras penas. E por aí vai. De tanto ouvir essa conversa - na escola, no esporte, no escritório - levamos seus pressupostos para a vida afetiva. Acabamos acreditando que também no terreno do afeto deveríamos ser capazes de lutar, sofrer e triunfar. Precisamos de conquistas épicas para contar no jantar de domingo. Se for fácil demais, não vale. Amor assim não tem graça, diz um amigo meu. Será mesmo?
Minha experiência sugere o contrário.
Desde a adolescência, e no transcorrer da vida adulta, todas as mulheres importantes me caíram do céu. A moça que vomitou no meu pé na festa do centro acadêmico e me levou para dormir na sala da casa dela. Casamos. A garota de olhos tristes que eu conheci na porta do cinema e meia hora depois tomava o meu sorvete. Quase casamos? A mulher cujo nome eu perguntei na lanchonete do trabalho e 24 horas depois me chamou para uma festa. A menina do interior que resolveu dançar comigo num impulso. Nenhuma delas foi seduzida, conquistada ou convencida a gostar de mim. Elas tomaram a iniciativa – ou retribuíram sem hesitar a atenção que eu dei a elas.
Toda vez que eu insisti com quem não estava interessada deu errado. Toda vez que tentei escalar o muro da indiferença foi inútil. Ou descobri que do outro lado não havia nada. Na minha experiência, amor é um território em que coragem e a iniciativa são premiadas, mas empenho, persistência e determinação nunca trouxeram resultado.
Relato essa experiência para discutir uma questão que me parece da maior gravidade: o quanto deveríamos insistir em obter a atenção de uma pessoa que não parece retribuir os nossos sentimentos?
Quem está emocionalmente disponível lida com esse tipo de dilema o tempo todo. Você conhece a figura, acha bacana, liga uns dias depois e ela não atende e nem liga de volta. O que fazer? Você sai com a pessoa, acha ela o máximo, tenta um segundo encontro e ela reluta em marcar a data. Como proceder a partir daí? Você começou uma relação, está se apaixonando, mas a outra parte, um belo dia, deixa de retornar seus telefonemas. O que se faz? Você está apaixonado ou apaixonada, levou um pé na bunda e mal consegue respirar. É o caso de tentar reconquistar ou seria melhor proteger-se e ajudar o sentimento a morrer?
Todas essas situações conduzem à mesma escolha: insistir ou desistir?
Quem acha que o amor é um campo de batalha geralmente opta pela insistência. Quem acha que ele é uma ocorrência espontânea tende a escolher a desistência (embora isso pareça feio). Na prática, como não temos 100% de certeza sobre as coisas, e como não nos controlamos 100%, oscilamos entre uma e outra posição, ao sabor das circunstâncias e do tamanho do envolvimento. Mas a maioria de nós, mesmo de forma inconsciente, traça um limite para o quanto se empenhar (ou rastejar) num caso desses. Quem não tem limites sofre além da conta – e frequentemente faz papel de bobo, com resultados pífios.
Uma das minhas teorias favoritas é que mesmo que a pessoa ceda a um assédio longo e custoso a relação estará envenenada. Pela simples razão de que ninguém é esnobado por muito tempo ou de forma muito ostensiva sem desenvolver ressentimentos. E ressentimentos não se dissipam. Eles ficam e cobram um preço. Cedo ou tarde a conta chega. E o tipo de personalidade que insiste demais numa conquista pode estar movida por motivos errados: o interesse é pela pessoa ou pela dificuldade? É um caso de amor ou de amor próprio?
Ser amado de graça, por outro lado, não tem preço. É a homenagem mais bacana que uma pessoa pode nos fazer. Você está ali, na vida (no trabalho, na balada, nas férias, no churrasco, na casa do amigo) e a pessoa simplesmente gosta de você. Ou você se aproxima com uma conversa fiada e ela recebe esse gesto de braços abertos. O que pode ser melhor do que isso? O que pode ser melhor do que ser gostado por aquilo que se é – sem truques, sem jogos de sedução, sem premeditações? Neste momento eu não consigo me lembrar de nada. "
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Vídeos Perfeitos - by Prime Foto Cinema
Lembram quando eu falei aqui da Prime Fotografia? Agora é Prime Foto Cinema, a empresa se lançou ao desafio de inovar em filmagens de eventos e está arrasando! E melhor ainda, minha grande amiga Márcia Paula tem uma enorme contribuição nesta empreitada e eu me sinto muito orgulhosa dela.
Na linha "cinema", a Prime esta trabalhando com propostas criativas de Save the Date, Trailler de casamentos, entre outros tipos de vídeos, mas tudo realizado com muito carinho, capricho e talento! Eles são de Goiânia, mas atuam em Brasília também.
Vale a pena conferir alguns de seus vídeos em http://vimeo.com/user5717067.
Postarei aqui um exemplo para vocês terem uma breve idéia de como é a proposta. Não é por nada não, mas minha amiga e toda a equipe da PRIME são brilhantes!! :D Confiram outros vídeos no site!!!
Na linha "cinema", a Prime esta trabalhando com propostas criativas de Save the Date, Trailler de casamentos, entre outros tipos de vídeos, mas tudo realizado com muito carinho, capricho e talento! Eles são de Goiânia, mas atuam em Brasília também.
Vale a pena conferir alguns de seus vídeos em http://vimeo.com/user5717067.
Postarei aqui um exemplo para vocês terem uma breve idéia de como é a proposta. Não é por nada não, mas minha amiga e toda a equipe da PRIME são brilhantes!! :D Confiram outros vídeos no site!!!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Casamento Flávia e Paulo
Sexta, dia 20, fomos padrinhos de um casal de amigos muito amado, que se casaram na São Judas Tadeu e fizeram uma super festa no Brasília Palace. As fotos oficiais foram de Monjardim Noleto e assim que as tiver, postarei por aqui, por enquanto só deixarei um gostinho de como foi lindo e emocionante esse casório!
Meu penteado fiz novamente com a Diane que arrasou mais uma vez e conseguiu fazer um coque divino no meu cabelo (que é bem comprido e volumoso). A maquiagem ficou por minha conta, por falta de "tempo" $, já que eu gosto muito de me maquiar, é uma forma de gastar um pouco menos.
A surpresa da festa (só os noivos sabiam) foi a presenta da bateria da Aruc, que animou demaaaaais da conta! Flavinha e Paulo, que casamentão! E que festa animada! Adoramos tudo!!! Sejam muito felizes!!
Meu penteado fiz novamente com a Diane que arrasou mais uma vez e conseguiu fazer um coque divino no meu cabelo (que é bem comprido e volumoso). A maquiagem ficou por minha conta, por falta de "tempo" $, já que eu gosto muito de me maquiar, é uma forma de gastar um pouco menos.
A decoração da igreja (Onoyama) estava belíssima, muito chique, a noiva estava linda, numa felicidade de transbordar, vestido maravilhoso, cabelo e maquiagem impecáveis (Ricardo Maia) e buquê lindo!
O mais lindo da cerimônia foi sem dúvida ver a sintonia entre os noivos, a alegria e a emoção que eles não conseguiam deixar de transparecer e que traduzem bem o quanto se amam, se respeitam e estão realizados de estarem juntos.
A festa estava linda, em tons de amarelo, azul e branco, decoração feita pelo Robinho, que mais uma vez, mostrou que é de fato um dos melhores decoradores de Brasília. Junto aos bem casados havia potinhos de doces, que nós amigas ajudamos a confeccionar e ficaram lindinhos!
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